Telas do speccy no MSX – parte 3

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Depois do hiato da semana passada segue continuação da série sobre a construção de um visualizador de telas do ZX Spectrum para MSX-DOS. Só para recordar a primeira parte tratou da organização da memória de vídeo do speccy, das diferenças dela com a do MSX e de como compensar as tonalidade das cores. Na segunda parte foi sobre como reorganizar os dados do arquivo SCR para apresentá-los na VRAM do MSX e, claro, como fazer a carga dele usando diretamente as rotinas da BDOS.

Há também uma parte complementar com um pequeno programa em Python que converte telas do ZX para dumps da VRAM em arquivos binários do MSX.

Nesta parte, conforme foi prometido, é a recuperação e tratamento dos argumentos passados pela linha de comando do MSX-DOS e como o assunto é meio chato tentarei ser breve — eu juro 😀

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Telas do speccy no MSX – parte 2½

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Claro, a partir da versão prototipada em MSX-BASIC foi possível fazer uma transcrição (quase literal) em Python e produzir um conversor das telas do ZX Spectrum para o MSX. Ou seja, um programa que transforma o dump da RAM de vídeo de um computador em algo compatível com a do outro.

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Telas do speccy no MSX – parte 2

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Na parte anterior cuidou das diferenças no vídeo entre os dois computadores, ou seja, o modo como são dispostos os padrões e atributos que compõe a imagem na tela, assim como os tipos de atributos disponíveis, as cores geradas pelos respectivos circuitos de vídeo e também o “truque” usado para simular a relação de luminância das cores do ZX Spectrum no MSX.

Agora é a vez do arquivo que armazena a tela de vídeo do speccy, um programa para visualizá-lo em MSX-BASIC e, o mais importante de todos, uma rotina em assembly para carregar arquivos do disco para a memória.

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Telas do speccy no MSX – parte 1

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Há algum tempo, lá pelo  final de 2014 para ser mais preciso, resolvi converter telas do ZX Spectrum (ou speccy) para o MSX. Então estudei sobre como era a organização da memória de vídeo deles, como eram codificadas as cores, criei uma rotina de visualização e aí me empolguei e baixei algumas telas do ZX-Art para fazer algo “legal”.

Mas meu algo “legal” ficou tão complicado de implementar que a inspiração acabou antes de conseguir concluí-lo, daí deixei tudo de lado por um tempo e recentemente resolvi mexer no código para pegar uma rotina e aproveitei para, finalmente, fazer algo prático com ela — mas nada de “legal” desta vez. 🙂

Esta primeira parte não tem código, é apenas um resumo sobre como é a organização das memórias de vídeo nos dois computadores, a diferença nas paletas de cores e qual minha solução para compatibilizá-las.

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