Jenkins – parte 3

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Esta é a última parte desta série sobre o Jenkins e é também onde justamente tudo aquilo ensaiado na parte anterior será efetivamente colocada em prática com a criação de um job contendo várias etapas, com execução disparada por um outro e, para encerrar algo mais complexo que o Freestyle Project, a execução em pipeline.

Então é iniciar a máquina virtual com vagrant up para começar a usá-lo.

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Jenkins – parte 2

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primeira parte consistiu basicamente em instalar e deixar o Jenkins minimamente configurado e, claro, funcionando. A parte de acesso a usuários permite usar diversos modos de autenticação (LDAP, usuários locais etc) enquanto os plugins consistem quase que em um universo a parte dentro do Jenkins.

Agora será a vez de efetivamente utilizá-lo para a criação de alguns build jobs, um primeiro para meramente testar o funcionamento da ferramenta e um outro cuidando de monitorar alterações no repositório do código fonte e se encarregar de compilá-lo.

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Jenkins – parte 1

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O Jenkins é uma ferramenta em software livre para integração contínua, ou entrega contínua dependendo de como for utilizado. Isto é, ele automatiza as tarefas de monitoração de alterações no repositório do código fonte, compilação, execução das rotinas de teste, disponibilização de nova versão caso não encontre erros e, claro, documentação e registro de todas as etapas para acompanhamento.

Nesta primeira parte estão as etapas de instalação e da configuração inicial da ferramenta.

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Usando o Consul – parte 4

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Relembrando que na primeira parte foi feita uma rápida apresentação da ferramenta, na segunda foram criadas as máquinas virtuais e configurado um cluster e na terceira¹ acrescentada criptografia e também verificações a ele.

Nesta última parte é a vez de usar o repositório de dados do Consul mas antesé bom cuidar de algumas “pontas soltas”.

(¹) Foi corrigido um bug no script de inicialização que eu montei para o Consul. Em determinadas situações ele não criava o arquivo “/run/consul.pid” do modo correto, daí o serviço era iniciado normalmente mas ficava impossível terminá-lo a partir dele.

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Usando o Consul – parte 3

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Após a segunda parte temos um cluster montado com a ajuda do Vagrant, composto de quatro máquinas virtuais (ou nós) e com um serviço (web, usando o Lighttpd) configurado. Já é o suficiente para permitir a descoberta de serviços, mas ainda falta alguma coisa. Nesta parte serão feitos alguns ajustes nos nós do cluster como adição de criptografia (que será feita em lote através do Vagrant), inclusão das verificações (health checks) e, claro, a ativação da interface web para facilitar algumas tarefas.

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