Utilizando o Ansible – parte 2

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A primeira parte constituiu de uma introdução ao Ansible, apresentando alguns conceitos básicos, configurando um ambiente para executá-lo com ajuda do Vagrant e Virtualenv e até realizando um teste bem simples para saber se tudo estaria funcionando corretamente.

Nesta parte será a vez de explorar alguns dos módulos disponíveis na ferramenta, rotinas que são executadas remotamente nos nós e que controlam recursos do sistema como status de serviços, instalação ou remoção de pacotes, transferência de arquivos, execução de comandos etc.

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Utilizando o Ansible – parte 1

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O Ansible é uma ferramenta que automatiza as tarefas de provisionamento de software, gerenciamento de configuração e instalação de aplicações. Foi originalmente desenvolvido por Michael DeHaan e que através da Ansible Inc ofereceu suporte comercial à ferramenta até outubro de 2015 quando esta foi adquirida pela Red Hat. É compatível com diversas distribuições GNU/Linux — não só a “família RH” (CentOS, Fedora, RHEL etc) — e também outros sistemas operacionais.

E nesta primeira parte, a instalação e, claro, alguns testes básicos… 🙂

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Usando o Git – parte 3

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Na primeira parte foi apresentado o fluxo de trabalho e alguns conceitos básicos do Git, na segunda foi a vez de acrescentar o branch e também a “arte” de trazer arquivos de commits passados. Porém até o momento tivemos “sorte” em inserir os arquivos corretos e na hora certa dentro do repositório mas o que fazer quando algo dá errado e é necessário mexer na index ou mesmo da HEAD para corrigir o problema?

Nota : No meu planejamento nesta parte deveria ser a vez de tratar dos repositórios remotos e só me dei conta de que faltava isto aqui quando a parte dois já havia sido publicada… :-/

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Usando o Git – parte 1

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No início deste ano comecei a escrever algo sobre o Git, acabei atropelado com outras coisas e no final o texto acabou ficando de lado, mas não esquecido. Agora consegui tempo para voltar a trabalhar nele, ou melhor, retrabalhar pois acabei por repensá-lo como um “exercício” e não meramente uma lista chata das funções e opções que estão disponíveis na ferramenta.

Nesta primeira parte, o conceito mais importante, o fluxo de trabalho do Git. 🙂

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