Ubuntu 18.10

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Hoje a Canonical liberou a versão 18.10 do Ubuntu Linux, o Cosmic Cuttlefish (ou sépia cósmica se preferir), que será suportada até julho de 2019¹. A principal novidade, ao menos na versão desktop, é a adoção do YARU, como tema padrão da distribuição e totalmente mantido pela comunidade.

E também novas versões do Linux (4.18), OpenSSL (1.1.1), GNU C Library (2.28), GCC (8.2), Python (3.6.7 por padrão mas 3.7.1 disponível), Ruby (2.5.1), PHP (7.2.10), Perl (5.26.2) etc…

(¹) Lembrando que diferente das versões lançadas nos meses de abril, as de outubro não possuem suporte estendido.

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Utilizando o Ansible – parte 2

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A primeira parte constituiu de uma introdução ao Ansible, apresentando alguns conceitos básicos, configurando um ambiente para executá-lo com ajuda do Vagrant e Virtualenv e até realizando um teste bem simples para saber se tudo estaria funcionando corretamente.

Nesta parte será a vez de explorar alguns dos módulos disponíveis na ferramenta, rotinas que são executadas remotamente nos nós e que controlam recursos do sistema como status de serviços, instalação ou remoção de pacotes, transferência de arquivos, execução de comandos etc.

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Utilizando o Ansible – parte 1

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O Ansible é uma ferramenta que automatiza as tarefas de provisionamento de software, gerenciamento de configuração e instalação de aplicações. Foi originalmente desenvolvido por Michael DeHaan e que através da Ansible Inc ofereceu suporte comercial à ferramenta até outubro de 2015 quando esta foi adquirida pela Red Hat. É compatível com diversas distribuições GNU/Linux — não só a “família RH” (CentOS, Fedora, RHEL etc) — e também outros sistemas operacionais.

E nesta primeira parte, a instalação e, claro, alguns testes básicos… 🙂

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Usando o Git – parte 3

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Na primeira parte foi apresentado o fluxo de trabalho e alguns conceitos básicos do Git, na segunda foi a vez de acrescentar o branch e também a “arte” de trazer arquivos de commits passados. Porém até o momento tivemos “sorte” em inserir os arquivos corretos e na hora certa dentro do repositório mas o que fazer quando algo dá errado e é necessário mexer na index ou mesmo da HEAD para corrigir o problema?

Nota : No meu planejamento nesta parte deveria ser a vez de tratar dos repositórios remotos e só me dei conta de que faltava isto aqui quando a parte dois já havia sido publicada… :-/

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