Usando grupos em expressões regulares

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Na primeira parte da introdução às expressões regulares, falei dos grupos e que eles servem para agrupar valores distintos para uma pesquisa, ou seja, se você quiser pesquisar pelos nomes perl, python ou ruby em uma determinada sequência basta fazer algo como “(perl|python|ruby)” para tentar encontrá-los. Mas acontece que os grupos não servem só para isto.

Com eles é possível não só localizar mas também fazer referência ao que foi encontrado e assim ampliar as funcionalidades de algumas ferramentas. E aqui alguns exemplos bem simples…

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Bases numéricas em Bash

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Algo que só fui me dar conta pois aconteceu de um script em Bash resultar em um erro ao tentar fazer uma simples operação de adição! O motivo? Um simples zero à esquerda do número e que resultou uma certa perda de tempo mas também na “descoberta” que o o Bash sabe tratar outras bases numéricas além da, óbvia, decimal! 🙂

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Inserção no início do arquivo com ‘sed’

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Bem. para inserir conteúdo no final de um arquivo já existente basta redirecioná-lo utilizando o “>>”, isto é, utilizar comandos como «echo “mensagem” >> arquivo1» ou então «cat arquivo2 >> arquivo1» para realizar a tarefa. Mas como fazer o oposto? Isto é, inserir conteúdo no início sem necessariamente criar um arquivo intermediário no processo? Uma maneira de fazê-lo é utilizando o sed.

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O comando ‘select’

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O select é um comando interno do Bash e sua função é construir dinamicamente um menu a partir de uma lista de opções. Isto é, ele atribui um valor numérico para cada item, lista na tela, exibe um prompt e fica aguardando a seleção do usuário antes de seguir adiante.

E se você já utilizou o comando tzselect alguma vez na vida, saiba que já esbarrou com ele pela frente… 🙂

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Coprocessos em Bash – parte 2

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Na primeira parte o coprocesso foi tanto definido com também utilizado para a leitura de forma assíncrona da saída do comando tail mas até o momento foi apenas o monólogo com um programa enviando regularmente linhas de texto a serem impressas na tela. Nesta parte algo mais bidirecional com troca de dados com o coprocesso, uso de uma variável diferente de COPROC e, claro, mais algumas explicações. 🙂

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Coprocessos em Bash – parte 1

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Quando você executa um programa, pela linha de comando ou a partir de um script, o Bash se encarrega de executá-lo, aguardar a execução terminar, verificar se ela foi bem sucedida¹ e, sendo o caso, direcionar o resultado para a tela, arquivo etc…

No coprocesso² acontece algo diferente; já que o Bash o deixará executando em segundo plano e ao mesmo tempo redirecionará as entrada e saída padrão dele para descritores de arquivo que funcionarão como um canal de comunicação entre eles. É um recurso poderoso e ao mesmo tempo simples de implementar.

E nesta primeira parte, além de uma rápida introdução, a leitura da saída de um programa através de um coprocesso.

(¹) Ou em caso de erro notificar o corrido ou então desviar a execução para algum tratamento de exceções.

(²) Não inventei este nome! Eles são chamados assim mesmo pela documentação do Bash.

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