O desafio dos monstros – parte 2

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Continuando o “desafio” da semana passada apresentando a primeira das versões d’O desafio dos monstros. Neste caso o jogo reescrito em Python e mantendo a promessas de preservar a interface original e também de não acrescentar novas funcionalidades e/ou recursos…

Ou quase. 🙂

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O desafio dos monstros – parte 1

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Este jogo, “O desafio dos monstros” (ou Monster Wrestling no título original), é um dos seis jogos que integram o livro Weird Computer Games. Todos eles são programas curtos, escritos totalmente em BASIC, de mecânica simples e compatíveis com os computadores Acorn BBC/Electron, Apple II, Commodore 64/VIC-20, TRS-80 Color e ZX-Spectrum — cada listagem contendo um apêndice com as instruções necessárias para adequá-lo à sintaxe/capacidades do interpretador em cada modelo.

Este livro foi escrito por Jenny Tyler e Chris Oxlade e editado em 1983 pela Usborne Publishing na Inglaterra. Em 1984 foi publicado no Brasil pela Editora Lutécia sob o título de Programas de Jogos de Terror, com o suporte aos computadores fabricados pela Acorn removido e acrescentadas instruções para compatibilidade com computadores MSX¹, PC, TRS-80 e até mesmo o TK-2000.

(¹) Algo curioso já que o MSX só foi lançado oficialmente no Brasil na segunda metade de 1985.

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Módulos em Python

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Conforme um programa aumenta em funcionalidade e/ou complexidade também crescerá em tamanho e se transformando em uma longa e tediosa coleção de linhas de código de difícil manutenção. Neste caso¹ é de bom grado dividi-lo em partes menores — e deixar que a própria linguagem se encarregue de agrupar durante a execução — que o deixarão mais simples de se trabalhar, compreender e também de reutilizar seus componentes em outros projetos.

Em Python eles são chamados de módulos e são geralmente usados para expandir as capacidades da linguagem, carregar funcionalidades e, claro, também permitir que seu programa possa ser segmentado em unidades menores  e assim não virar uma tripa! 😀

(¹) Ou mesmo funcionalidades implementadas em um programa que seriam úteis em um outro mas que simplesmente copiá-la não parece das soluções mais elegantes.

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REST em Python com Bottle – parte 2

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Na primeira parte, a REST foi deixada funcional porém sem a opção responsável pela atualização da base de dados. Agora, além da implementação desta, há também (meio que como um bônus) algumas poucas palavras sobre o funcionamento do front-end desenvolvido¹ para justamente testar a API — até tinha pensado em exemplos que utilizassem o curl mas no final acabei optando por uma abordagem mais prática.

(¹) Desenvolvido nada, tinha uma grande parte dele já pronta… 🙂

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