Argumentos da linha de comando com docopt

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No que diz respeito aos argumentos passados via linha de comando, você pode interpretá-los de forma manual, ou seja, pegando a lista enviada pelo sistema operacional e identificar cada elemento, ou utilizar alguma biblioteca específica para tal função — E, felizmente, há diversas delas e disponíveis para várias linguagens de programação.

Especificamente em Python¹ há uma bastante interessante chamada docopt, que interpreta automaticamente a sintaxe dos argumentos da linha de comando a partir da forma como se convencionou descrever (há tempos) no próprio texto de ajuda —  “- -help” — e nas páginas de manual dos programas.

(¹) Ele foi originalmente escrito para ser usado em Python porém está disponível também para outras linguagens de programação.

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Programando em BASIC com o Inliner

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Por melhor que seja o editor¹ embutido em um interpretador BASIC ele não contará os recursos básicos de qualquer editor de textos moderno e aos quais já estamos habituados. E ao trabalhar diretamente no editor de textos predileto, ao invés de diretamente no computador/emulador, rapidamente se percebe o quão chata é a tarefa de cuidar manualmente da numeração das linhas.

Por estes e mais alguns motivos² comecei a pensar em como seria bom prático programar em MSX-BASIC, ou em qualquer outro dialeto BASIC, em qualquer editor de textos e sem a preocupação em numerar linhas pois haveria uma ferramenta que cuidaria desta parte. E já que ela ficaria com o trabalho, que algumas facilidades interessantes também estivessem includas.

E a assim surgiu o Inliner! 🙂

(¹) Dependendo do interpretador BASIC ele será um editor de tela, onde é fácil editar diversas linhas simultaneamente, ou simplesmente um editor de linha, onde você só consegue mexer em uma linha por vez em uma espécie de “modo de edição”.

(²) Um exemplo irritante, o comportamento irritante do OpenMSX quando se pressiona uma tecla acentuada e ele fica louco repetindo o caractere do acento ad infinitum:-/

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Utilizando o Ansible – parte 3

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Na parte anterior foram utilizados alguns módulos para realizar tarefas diretamente através do Ansible via linha de comando, porém a execução em sequência de cada um é pouco prática, por mais que até seja possível agrupar todos eles dentro de um único script para ajudar um pouco!

Mas antes de começar a “adaptar” a ferramenta é bom saber que o Ansible tem sua própria maneira de executar diversas tarefas de uma só vez, os playbooks.

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Utilizando o Ansible – parte 1

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O Ansible é uma ferramenta que automatiza as tarefas de provisionamento de software, gerenciamento de configuração e instalação de aplicações. Foi originalmente desenvolvido por Michael DeHaan e que através da Ansible Inc ofereceu suporte comercial à ferramenta até outubro de 2015 quando esta foi adquirida pela Red Hat. É compatível com diversas distribuições GNU/Linux — não só a “família RH” (CentOS, Fedora, RHEL etc) — e também outros sistemas operacionais.

E nesta primeira parte, a instalação e, claro, alguns testes básicos… 🙂

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Utilizando o Vim – parte 2

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Se a primeira parte consistiu basicamente de um guia sobre como não passar vergonha com o Vim, esta aqui será sobre como utilizar os recursos do editor para se economizar tempo, seja deixando-o cuidar da indentação do código, pesquisando e substituindo automaticamente sequências de texto, ocultando partes para evitar distrações e, claro, editando diversos arquivos simultaneamente.

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