Adendo às exceções em Python: Traceback

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Algo que acabei esquecendo de comentar a respeito do tratamento de exceções em Python é justamente sobre como restaurar as informações de traceback de uma exceção que “desaparecem” quando esta é capturada em um bloco try-except e que contém informações importantes sobre o que ocorreu.

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Exceções em Python – parte 3

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Dando sequência com as exceções em Python, na parte anterior foi visto como refinar o tratamento delas, seja com o uso de estruturas como else e finally, pela recuperação de maiores detalhes sobre o que aconteceu e do uso do raise para forçar (ou invocar) a ocorrência de uma determinada exceção.

Nesta parte, como criar e utilizar sua própria exceção.

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Exceções em Python – parte 2

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Seguindo com o tratamento de exceções em Python, a primeira parte apresentou a sintaxe básica para a captura das exceções dentro do programa — o bloco try-except — e como tratá-las tanto do modo global (todas as exceções) como também de um jeito mais específico.

Nesta parte, os demais comandos utilizados para o tratamento das exceções, como recuperar detalhes sobre elas e, claro, como forçar (ou simular) a ocorrência delas dentro do programa.

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Exceções em Python – parte 1

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O controle de exceções (ou de erros, se preferir) é um recurso presente em diversas linguagens de programação para interceptar a ocorrência de algo inesperado¹ durante a execução do programa e tentar contornar o fato para poder prosseguir com a execução ou mesmo, interrompê-la para evitar maiores danos.

(¹) Uma falha, erro, defeito etc, ou seja, uma exceção visto que não deveria ter ocorrido… 🙂

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Python “isolado” com virtualenv

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O virtualenv é uma ferramenta que cria um ambiente virtual (dah…), contendo a instância de uma versão específica do Python com seus próprios executável, bibliotecas e e diretório de módulos. O que ele faz é criar “um outro python” isolado daquele que está instalado no sistema e com os ajustes necessários para que ele seja enxergado como o “único” disponível.

Até o pipPython package installer — acredita que aquele é o “python oficial” e fará a instalação de pacotes da linguagem dentro da estrutura dele. Ou seja, é possível criar instâncias tanto com versões distintas da linguagem como também de seus módulos.

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