Modificando commits do Git

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Na parte 6 do “Usando o Git”, recorri ao git rebase (em modo interativo) para faz a alateração da mensagem de um commit pré existente. Porém esta tanto não é a única funcionalidade do rebase¹ como ainda há um modo bem mais simples de fazê-lo.

E que não serve somente para alterar a mensagem, com o uso do parâmetro ‐‐amend (emenda) do git commit é possível adicionar, editar ou mesmo remover arquivos dentro de um commit já existente.

(¹) Relembrando que o rebase permite coisas como descartar ou mesclar commits.

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Usando o Git – parte 6

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A parte anterior consistiu basicamente em um navegar pelo histórico dos commits com recolocando a HEAD em outros posições e até mesmo destacando-a da linha do tempo para testar modificações sem necessariamente precisar armazená-las. Para esta parte, o uso do stash para armazenar temporariamente arquivos de trabalho e um exemplo do uso do rebase para modificar um commit já existente — neste caso alterar a mensagem deste.

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Usando o Git – parte 5

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A ideia era de apenas acrescentar algumas informações e servir de complemento à série sobre Git — publicada há pouco mais de um ano — mas acabei me empolgando um pouco e ao invés de dividir um complemento, o que seria estranho, preferi integrá-lo logo de uma vez como uma nova parte. Nesta, um pouco mais sobre o histórico, configuração, ramos — branches — e “cabeças decepadas” 🙂

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Inicializando com Linux em USB no MacBook

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Quem tem um MacBook¹ sabe da frustração de não conseguir inicializá-lo normalmente em Linux a partir de dispositivos USB e tendo de recorrer à alguma mídia óptica — de preferência as regraváveis. Depois de tentar sem sucesso diversos tutoriais e ferramentas até já tinha desistido quando, por acidente, uma publicação sobre a disponibilização do PIXEL para computadores no blog do Raspberry Pi mostrou a solução para o problema.

(¹) Não só o MacBook mas com certeza qualquer outro computador com processador Intel fabricado pela Apple.

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Limitação de recursos com o cgroups – parte 1

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Os control groups — ou cgroups para encurtar — foram criados em 2006 por Paul Menage e Rohit Seth, integram o Linux desde a versão 2.6.4 (janeiro de 2008) e de forma bem simplificada consistem em um mecanismo que se encarrega de limitar, contabilizar e isolar recursos do sistema. Junto com o Linux Namespaces compõe a infraestrutura que implementa os contêineres neste sistema operacional.

Mas os cgroups não são de uso exclusivo dos contêineres e é possível utilizá-los para limitar e isolar os recursos do sistema também para os processos na “máquina física” e nesta primeira parte: processador.

ATENÇÃO — Após a publicação corrigi a concordância no texto já que cgroups está no plural e não no singular.

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