Modificando commits do Git

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Na parte 6 do “Usando o Git”, recorri ao git rebase (em modo interativo) para faz a alateração da mensagem de um commit pré existente. Porém esta tanto não é a única funcionalidade do rebase¹ como ainda há um modo bem mais simples de fazê-lo.

E que não serve somente para alterar a mensagem, com o uso do parâmetro ‐‐amend (emenda) do git commit é possível adicionar, editar ou mesmo remover arquivos dentro de um commit já existente.

(¹) Relembrando que o rebase permite coisas como descartar ou mesclar commits.

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Usando o Git – parte 6

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A parte anterior consistiu basicamente em um navegar pelo histórico dos commits com recolocando a HEAD em outros posições e até mesmo destacando-a da linha do tempo para testar modificações sem necessariamente precisar armazená-las. Para esta parte, o uso do stash para armazenar temporariamente arquivos de trabalho e um exemplo do uso do rebase para modificar um commit já existente — neste caso alterar a mensagem deste.

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Usando o Git – parte 5

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A ideia era de apenas acrescentar algumas informações e servir de complemento à série sobre Git — publicada há pouco mais de um ano — mas acabei me empolgando um pouco e ao invés de dividir um complemento, o que seria estranho, preferi integrá-lo logo de uma vez como uma nova parte. Nesta, um pouco mais sobre o histórico, configuração, ramos — branches — e “cabeças decepadas” 🙂

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Jenkins – parte 3

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Esta é a última parte desta série sobre o Jenkins e é também onde justamente tudo aquilo ensaiado na parte anterior será efetivamente colocada em prática com a criação de um job contendo várias etapas, com execução disparada por um outro e, para encerrar algo mais complexo que o Freestyle Project, a execução em pipeline.

Então é iniciar a máquina virtual com vagrant up para começar a usá-lo.

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Jenkins – parte 2

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primeira parte consistiu basicamente em instalar e deixar o Jenkins minimamente configurado e, claro, funcionando. A parte de acesso a usuários permite usar diversos modos de autenticação (LDAP, usuários locais etc) enquanto os plugins consistem quase que em um universo a parte dentro do Jenkins.

Agora será a vez de efetivamente utilizá-lo para a criação de alguns build jobs, um primeiro para meramente testar o funcionamento da ferramenta e um outro cuidando de monitorar alterações no repositório do código fonte e se encarregar de compilá-lo.

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Autenticando no Git com SSH

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Por padrão os repositórios web do Git usam o protocolo HTTPS tanto para a transferência de arquivos — nos comandos clone, pull, push etc — como para a autenticação dos usuários — quando do push e do clone e pull nos repositórios privados.

A “chatice” deste método é precisar (lembrar e) ficar digitando a senha para estas operações. Mas tanto BitBucket, GitHub quanto GitLab disponibilizam também a autenticação de usuário no repositório por SSH e é algo tão simples de configurar que vale a pena fazê-lo…

…nem que seja para fugir de uma vez da digitação da senha. 🙂

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