Usando o Consul – parte 4

consul-4_abertura

Relembrando que na primeira parte foi feita uma rápida apresentação da ferramenta, na segunda foram criadas as máquinas virtuais e configurado um cluster e na terceira¹ acrescentada criptografia e também verificações a ele.

Nesta última parte é a vez de usar o repositório de dados do Consul mas antesé bom cuidar de algumas “pontas soltas”.

(¹) Foi corrigido um bug no script de inicialização que eu montei para o Consul. Em determinadas situações ele não criava o arquivo “/run/consul.pid” do modo correto, daí o serviço era iniciado normalmente mas ficava impossível terminá-lo a partir dele.

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Usando o Consul – parte 3

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Após a segunda parte temos um cluster montado com a ajuda do Vagrant, composto de quatro máquinas virtuais (ou nós) e com um serviço (web, usando o Lighttpd) configurado. Já é o suficiente para permitir a descoberta de serviços, mas ainda falta alguma coisa. Nesta parte serão feitos alguns ajustes nos nós do cluster como adição de criptografia (que será feita em lote através do Vagrant), inclusão das verificações (health checks) e, claro, a ativação da interface web para facilitar algumas tarefas.

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Screenshot do dia…

gtkoffice

A data do arquivo é 4 de janeiro de 2003, a distribuição é versão 3.0 da Debian (“Woody”) e na tela, junto da versão 1.4 do Gnome, está a versão 1.0.1¹ do OpenOffice.org — a primeira localizada para o português brasileiro — já começando a mimetização com o ambiente do usuário.

(¹) Esta versão foi lançada no mês de julho do ano anterior.

SunSolve editions on Archive.org

SunSolve

In 2000 I bought an old Sun workstation, a SPARCstation Classic. It was a “kit” containing the computer itself, a Type 4 keyboard, a mechanical mouse, a 15″ CRT monitor (Sun/Nokia 449a), an external CD-ROM drive (SCSI) and a bag (yes, a bag) full of software. There were dozens of Solaris releases, Red Hat for SPARC, compilers, several tools and a lot of SunSolve editions. [ leia em português ]

The computer’s acquisition itself has its own story and must be told another day, not now. 🙂

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