Ambiente de desenvolvimento do Laravel com Vagrant

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Esta é uma configuração do Vagrant que preparei para automatizar a criação de um ambiente de desenvolvimento do Laravel em uma máquina virtual rodando a versão 17.10 do Ubuntu (esta versão só tem em 64 bit), com PHP 7.1 e os demais arquivos necessários para o framework já instaladas.

E já que as dependências não estavam assim tão óbvias resolvi disponibilizá-lo junto com os demais arquivos.

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Utilizando o Ansible – parte 3

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Na parte anterior foram utilizados alguns módulos para realizar tarefas diretamente através do Ansible via linha de comando, porém a execução em sequência de cada um é pouco prática, por mais que até seja possível agrupar todos eles dentro de um único script para ajudar um pouco!

Mas antes de começar a “adaptar” a ferramenta é bom saber que o Ansible tem sua própria maneira de executar diversas tarefas de uma só vez, os playbooks.

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Utilizando o Ansible – parte 2

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A primeira parte constituiu de uma introdução ao Ansible, apresentando alguns conceitos básicos, configurando um ambiente para executá-lo com ajuda do Vagrant e Virtualenv e até realizando um teste bem simples para saber se tudo estaria funcionando corretamente.

Nesta parte será a vez de explorar alguns dos módulos disponíveis na ferramenta, rotinas que são executadas remotamente nos nós e que controlam recursos do sistema como status de serviços, instalação ou remoção de pacotes, transferência de arquivos, execução de comandos etc.

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Utilizando o Ansible – parte 1

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O Ansible é uma ferramenta que automatiza as tarefas de provisionamento de software, gerenciamento de configuração e instalação de aplicações. Foi originalmente desenvolvido por Michael DeHaan e que através da Ansible Inc ofereceu suporte comercial à ferramenta até outubro de 2015 quando esta foi adquirida pela Red Hat. É compatível com diversas distribuições GNU/Linux — não só a “família RH” (CentOS, Fedora, RHEL etc) — e também outros sistemas operacionais.

E nesta primeira parte, a instalação e, claro, alguns testes básicos… 🙂

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Usando o Chef, parte 3

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A primeira parte trouxe os conceitos básicos do Chef enquanto que a segunda, com o cookbook, mostrou como sofisticadas e tornar tudo mais flexível porém,até o momento, ainda não se viu muito da tal configuração automática de hosts. Exceto, claro, no próprio host onde a ferramenta está a executar — algo que não tem a menor graça — então é hora de fazer o Chef mexer em outros hosts! 🙂

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