Utilizando o Ansible – parte 5

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Na quarta parte os playbooks receberam alguma inteligência com a utilização dos handlers para executar determinadas tarefas apenas em caso de necessidade. Agora é a vez de aumentar um pouco mais esta inteligência dos playbooks com a execução condicionada de tarefas!

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Utilizando o Ansible – parte 4

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Na (agora distante) terceira parte foi introduzido o conceito do playbook. Com eles é possível agrupar diversas tarefas — um módulo e seus parâmetros — em um único arquivo YAML para serem todos executados em um ou mais nós.

Agora é a vez de usar um tipo especial de tarefa, os handlers, para adicionar uma certa inteligência ao playbooks e assim evitar a execução de certas ações de forma desnecessária ou repetida.

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Utilizando o Ansible – parte 3

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Na parte anterior foram utilizados alguns módulos para realizar tarefas diretamente através do Ansible via linha de comando, porém a execução em sequência de cada um é pouco prática, por mais que até seja possível agrupar todos eles dentro de um único script para ajudar um pouco!

Mas antes de começar a “adaptar” a ferramenta é bom saber que o Ansible tem sua própria maneira de executar diversas tarefas de uma só vez, os playbooks.

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Utilizando o Ansible – parte 2

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A primeira parte constituiu de uma introdução ao Ansible, apresentando alguns conceitos básicos, configurando um ambiente para executá-lo com ajuda do Vagrant e Virtualenv e até realizando um teste bem simples para saber se tudo estaria funcionando corretamente.

Nesta parte será a vez de explorar alguns dos módulos disponíveis na ferramenta, rotinas que são executadas remotamente nos nós e que controlam recursos do sistema como status de serviços, instalação ou remoção de pacotes, transferência de arquivos, execução de comandos etc.

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Utilizando o Ansible – parte 1

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O Ansible é uma ferramenta que automatiza as tarefas de provisionamento de software, gerenciamento de configuração e instalação de aplicações. Foi originalmente desenvolvido por Michael DeHaan e que através da Ansible Inc ofereceu suporte comercial à ferramenta até outubro de 2015 quando esta foi adquirida pela Red Hat. É compatível com diversas distribuições GNU/Linux — não só a “família RH” (CentOS, Fedora, RHEL etc) — e também outros sistemas operacionais.

E nesta primeira parte, a instalação e, claro, alguns testes básicos… 🙂

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