Utilizando o Vim – parte 2

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Se a primeira parte consistiu basicamente de um guia sobre como não passar vergonha com o Vim, esta aqui será sobre como utilizar os recursos do editor para se economizar tempo, seja deixando-o cuidar da indentação do código, pesquisando e substituindo automaticamente sequências de texto, ocultando partes para evitar distrações e, claro, editando diversos arquivos simultaneamente.

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Substituição de processos no Bash

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Um recurso muito útil do Bash, e também de outras shells em sistemas UNIX, é o pipe¹ e com ele é possível direcionar a saída de um programa para a entrada de outro. A substituição de processos — ou process substitution — funciona de modo parecido porém aqui é possível se direcionar a saída de mais de um programa para a entrada de outro como se este fossem arquivos.

(¹) Sim, outros sistemas não UNIX também possuem este recurso mas implementado de modo bem diferente as vezes.

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Utilizando o Vim – parte 1

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O Vim é um editor de textos clone do VI e disponível (quase que por padrão) em todas as distribuições de Linux, BSD, outros sistemas baseados em UNIX (como macOS X, Solaris etc) ou mesmo nos “não baseados” como é o caso do OpenVMS e de seu “filhote”, o Windows.

Com operação baseada em combinações  de teclas e/ou digitação em linha de comandos ele pode parecer complicado e sem recursos para quem está habituado com editores com menus, ícones etc. Mas o Vim é um editor poderoso, customizável e este aqui é “mais um tutorial” com o mínimo necessário para usá-lo.

E nesta primeira parte, o básico para se editar um documento sem precisar usar o mouse do terminal gráfico… 🙂

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Controle de jobs nos scripts em Bash

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No final do controle de jobs do Bash citei de dois comandos que fazem parte do controle de jobs do Bash mas que agem dentro dos scripts, não dei maiores detalhes mas prometi falar deles em outra oportunidade. São o suspend (que pausa a execução da shell) e o wait (que faz a shell aguardar o término de sub processos antes de prosseguir com a execução).

E, sim, esta é a “outra oportunidade”! 🙂

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Controle de jobs do Bash

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O sistema de controle de jobs do Bash — ou de outra shell padrão POSIX — consiste de um recurso que permite de forma seletiva tanto suspender como restaurar a execução de processos em um sistema. Ele é implementado em conjunto pelo kernel do sistema operacional (mecanismos de controle) e o Bash (interface com o usuário) e antes do surgimento/popularização do console virtual¹, screen, Xterm etc, era a forma de se executar facilmente mais de um programa em um terminal UNIX.

E, claro, ainda continua sendo um recurso muito útil, principalmente quando o único acesso que se tem ao host é via SSH e sem privilégios para instalar o byobu… 🙂

(¹) Por exemplo, me recordo que o BSD/OS possuía somente um console em modo texto.

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