Dois Anos!

giovannireisnunes

No próximo dia 1º de maio este “blog mequetrefe e desprovido de nome”† completará dois anos da primeira publicação‡. O que, aliás, é uma boa desculpa oportunidade para comentar que meu objetivo não manter um blog exclusivo sobre computação mas (no final) foi o que acabou se tornando. E hoje é um interessante repositório contendo uma cola com as coisas que vou aprendendo.

Nunca foi dito mas é visível que a frequência das publicações é (quase) semanal e os números, bastante modestos, são de 162 publicações (incluindo esta), ~52.900 visualizações e ~30.000 visitantes até o momento. E as cinco publicações mais visualizadas, em ordem decrescente, são “Exemplo com AngularJS, Bootstrap e jQuery“, “Instalando WildFly no CentOS“, “Linux de 20 anos“, “Usando o Chef, parte 1” e “Um outro exemplo de AngularJS“.

Sendo um blog com conteúdo exclusivo na língua portuguesa já recebeu visitas de todos os países onde ela é língua oficial! E na ordem decrescente de visitas estão ficam Brasil, Portugal, Cabo Verde, Angola, Timor-Leste, Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

Muito obrigado aos que visitam, comentam e compartilham meus escritos e até a próxima semana!

Aliás, preciso cumprir a promessa de falar sobre o nmon! 🙂

(†) Ele não tem um nome “de blogue” ou coisa parecida pelo simples fato de que nunca consegui pensar em algo.

(‡) Na verdade já completou! Ele foi registrado em 21 de abril de 2015 mas sei muito bem que o que conta é a data que nasce para o mundo.

Limitação de recursos com o cgroups – parte 1

cgroups-1_abertura.png

Os control groups — ou cgroups para encurtar — foram criados em 2006 por Paul Menage e Rohit Seth, integram o Linux desde a versão 2.6.4 (janeiro de 2008) e de forma bem simplificada consistem em um mecanismo que se encarrega de limitar, contabilizar e isolar recursos do sistema. Junto com o Linux Namespaces compõe a infraestrutura que implementa os contêineres neste sistema operacional.

Mas os cgroups não são de uso exclusivo dos contêineres e é possível utilizá-los para limitar e isolar os recursos do sistema também para os processos na “máquina física” e nesta primeira parte: processador.

ATENÇÃO — Após a publicação corrigi a concordância no texto já que cgroups está no plural e não no singular.

Continuar lendo

O comando ‘fold’

fold-1_abertura.png

O comando fold é um daqueles programas desconhecidos que sempre são instalados¹, que acabamos descobrindo por acaso e que depois ficamos nos perguntando como conseguíamos viver sem. 🙂

Basicamente o fold serve para quebrar as linhas de um arquivo texto para fazê-lo “caber” corretamente na largura da sua tela, impressora ou mesmo então para uma página web — sim, é o que uso para arrumar as saídas dos comandos para publicar aqui,

(¹) Ele integra o pacote GNU core utilities.

Continuar lendo

REST em Python com Bottle – parte 2

rest-2_abertura

Na primeira parte, a REST foi deixada funcional porém sem a opção responsável pela atualização da base de dados. Agora, além da implementação desta, há também (meio que como um bônus) algumas poucas palavras sobre o funcionamento do front-end desenvolvido¹ para justamente testar a API — até tinha pensado em exemplos que utilizassem o curl mas no final acabei optando por uma abordagem mais prática.

(¹) Desenvolvido nada, tinha uma grande parte dele já pronta… 🙂

Continuar lendo

REST em Python com Bottle – parte 1

rest-1_abertura

Algo que acabei não gostando quando da conclusão do LED Blink foi justamente da implementação da REST ter ficado incompleta — mesmo que a ideia nunca fosse implementá-la por completo por não haver necessidade. Então resolvi fazer uma implementação completa, dentro de uma nova aplicação (um cadastro “bem básico” de usuários) aproveitando a mesma infraestrutura já usada com o LED Blink, ou seja, Pyton com Bottle, SQLite no lado do servidor (o back-end) e Bootstrap e JQuery na lado do cliente (o front-end).

Esta primeira parte contempla quase toda a implementação da REST exceto pela atualização (“update”) que preferi deixar para a segunda parte junto com o o HTML (ficará bem mais fácil).

Continuar lendo