REST em Python com Bottle – parte 2

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Na primeira parte, a REST foi deixada funcional porém sem a opção responsável pela atualização da base de dados. Agora, além da implementação desta, há também (meio que como um bônus) algumas poucas palavras sobre o funcionamento do front-end desenvolvido¹ para justamente testar a API — até tinha pensado em exemplos que utilizassem o curl mas no final acabei optando por uma abordagem mais prática.

(¹) Desenvolvido nada, tinha uma grande parte dele já pronta… 🙂

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REST em Python com Bottle – parte 1

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Algo que acabei não gostando quando da conclusão do LED Blink foi justamente da implementação da REST ter ficado incompleta — mesmo que a ideia nunca fosse implementá-la por completo por não haver necessidade. Então resolvi fazer uma implementação completa, dentro de uma nova aplicação (um cadastro “bem básico” de usuários) aproveitando a mesma infraestrutura já usada com o LED Blink, ou seja, Pyton com Bottle, SQLite no lado do servidor (o back-end) e Bootstrap e JQuery na lado do cliente (o front-end).

Esta primeira parte contempla quase toda a implementação da REST exceto pela atualização (“update”) que preferi deixar para a segunda parte junto com o o HTML (ficará bem mais fácil).

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Telas do speccy no MSX – parte 3

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Depois do hiato da semana passada segue continuação da série sobre a construção de um visualizador de telas do ZX Spectrum para MSX-DOS. Só para recordar a primeira parte tratou da organização da memória de vídeo do speccy, das diferenças dela com a do MSX e de como compensar as tonalidade das cores. Na segunda parte foi sobre como reorganizar os dados do arquivo SCR para apresentá-los na VRAM do MSX e, claro, como fazer a carga dele usando diretamente as rotinas da BDOS.

Há também uma parte complementar com um pequeno programa em Python que converte telas do ZX para dumps da VRAM em arquivos binários do MSX.

Nesta parte, conforme foi prometido, é a recuperação e tratamento dos argumentos passados pela linha de comando do MSX-DOS e como o assunto é meio chato tentarei ser breve — eu juro 😀

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Jenkins – parte 3

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Esta é a última parte desta série sobre o Jenkins e é também onde justamente tudo aquilo ensaiado na parte anterior será efetivamente colocada em prática com a criação de um job contendo várias etapas, com execução disparada por um outro e, para encerrar algo mais complexo que o Freestyle Project, a execução em pipeline.

Então é iniciar a máquina virtual com vagrant up para começar a usá-lo.

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Jenkins – parte 2

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primeira parte consistiu basicamente em instalar e deixar o Jenkins minimamente configurado e, claro, funcionando. A parte de acesso a usuários permite usar diversos modos de autenticação (LDAP, usuários locais etc) enquanto os plugins consistem quase que em um universo a parte dentro do Jenkins.

Agora será a vez de efetivamente utilizá-lo para a criação de alguns build jobs, um primeiro para meramente testar o funcionamento da ferramenta e um outro cuidando de monitorar alterações no repositório do código fonte e se encarregar de compilá-lo.

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Jenkins – parte 1

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O Jenkins é uma ferramenta em software livre para integração contínua, ou entrega contínua dependendo de como for utilizado. Isto é, ele automatiza as tarefas de monitoração de alterações no repositório do código fonte, compilação, execução das rotinas de teste, disponibilização de nova versão caso não encontre erros e, claro, documentação e registro de todas as etapas para acompanhamento.

Nesta primeira parte estão as etapas de instalação e da configuração inicial da ferramenta.

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