Programando em BASIC com o Inliner

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Por melhor que seja o editor¹ embutido em um interpretador BASIC ele não contará os recursos básicos de qualquer editor de textos moderno e aos quais já estamos habituados. E ao trabalhar diretamente no editor de textos predileto, ao invés de diretamente no computador/emulador, rapidamente se percebe o quão chata é a tarefa de cuidar manualmente da numeração das linhas.

Por estes e mais alguns motivos² comecei a pensar em como seria bom prático programar em MSX-BASIC, ou em qualquer outro dialeto BASIC, em qualquer editor de textos e sem a preocupação em numerar linhas pois haveria uma ferramenta que cuidaria desta parte. E já que ela ficaria com o trabalho, que algumas facilidades interessantes também estivessem includas.

E a assim surgiu o Inliner! 🙂

(¹) Dependendo do interpretador BASIC ele será um editor de tela, onde é fácil editar diversas linhas simultaneamente, ou simplesmente um editor de linha, onde você só consegue mexer em uma linha por vez em uma espécie de “modo de edição”.

(²) Um exemplo irritante, o comportamento irritante do OpenMSX quando se pressiona uma tecla acentuada e ele fica louco repetindo o caractere do acento ad infinitum:-/

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Um exemplo prático de coprocesso

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Algo totalmente fora do planejado e feito mais como prova de conceito: uma “biblioteca” que permite a scripts escritos em Bash acessarem bases de dados do SQLite utilizando uma conexão persistente implementada através de um coprocesso. É uma abordagem bem diferente da execução do SQLite (via pipe) a cada consulta efetuada e mais próxima do conceito do database cursor utilizado em diversas linguagens de programação.

No ficou acabou ficando tão interessante que resolvi disponibilizá-lo como um projeto no GitHub com direito a uma documentação (bem) básica e até um programa de exemplo! 🙂

O desafio dos monstros – parte 1

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Este jogo, “O desafio dos monstros” (ou Monster Wrestling no título original), é um dos seis jogos que integram o livro Weird Computer Games. Todos eles são programas curtos, escritos totalmente em BASIC, de mecânica simples e compatíveis com os computadores Acorn BBC/Electron, Apple II, Commodore 64/VIC-20, TRS-80 Color e ZX-Spectrum — cada listagem contendo um apêndice com as instruções necessárias para adequá-lo à sintaxe/capacidades do interpretador em cada modelo.

Este livro foi escrito por Jenny Tyler e Chris Oxlade e editado em 1983 pela Usborne Publishing na Inglaterra. Em 1984 foi publicado no Brasil pela Editora Lutécia sob o título de Programas de Jogos de Terror, com o suporte aos computadores fabricados pela Acorn removido e acrescentadas instruções para compatibilidade com computadores MSX¹, PC, TRS-80 e até mesmo o TK-2000.

(¹) Algo curioso já que o MSX só foi lançado oficialmente no Brasil na segunda metade de 1985.

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Módulos em Python

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Conforme um programa aumenta em funcionalidade e/ou complexidade também crescerá em tamanho e se transformando em uma longa e tediosa coleção de linhas de código de difícil manutenção. Neste caso¹ é de bom grado dividi-lo em partes menores — e deixar que a própria linguagem se encarregue de agrupar durante a execução — que o deixarão mais simples de se trabalhar, compreender e também de reutilizar seus componentes em outros projetos.

Em Python eles são chamados de módulos e são geralmente usados para expandir as capacidades da linguagem, carregar funcionalidades e, claro, também permitir que seu programa possa ser segmentado em unidades menores  e assim não virar uma tripa! 😀

(¹) Ou mesmo funcionalidades implementadas em um programa que seriam úteis em um outro mas que simplesmente copiá-la não parece das soluções mais elegantes.

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