Exceções em Python – parte 1

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O controle de exceções (ou de erros, se preferir) é um recurso presente em diversas linguagens de programação para interceptar a ocorrência de algo inesperado¹ durante a execução do programa e tentar contornar o fato para poder prosseguir com a execução ou mesmo, interrompê-la para evitar maiores danos.

(¹) Uma falha, erro, defeito etc, ou seja, uma exceção visto que não deveria ter ocorrido… 🙂

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Paginação no Django

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Seguindo com o desenvolvimento do “Agenda de Eventos” para, tal qual foi feito na “Agenda Mequetrefe”, implementar a paginação na opção de listagem de todos os eventos registrados. No Django esta tarefa é implementada através das classes do módulo Paginator.

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As sete faces da SCREEN1 – parte 3

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A ideia original era que esta série de artigos tivesse apenas duas partes mas conforme escrevia, começava a pensar em coisas interessantes que poderiam acrescentar conteúdo mas, que ao mesmo tempo, me faziam correr o sério risco de perder o foco principal. Assim resolvi pegar todas as minhas ideias, palpites e algumas promessas e colocá-las aqui em uma espécie de terceira parte de conclusões chocantes e aterradoras! 🙂

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As sete faces da SCREEN1 – parte 2

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E agora entramos na segunda parte, prometo que esta será bem menos teórica e um pouco mais prática (apesar de não ter tantos programinhas). O camarada acima ilustra a nona edição da revista em disquete Alive para computadores Atari ST e, a princípio, ele não tem relação alguma com MSX e muito menos com o TMS-9918.

E, então, o que esta imagem faz aqui? Simples, ela foi minha cobaia!

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As sete faces da SCREEN1 – parte 1

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Para ser sincero, tanto o modo texto de 32×24, a SCREEN 1, quanto o modo gráfico de 256×192, a SCREEN 2, dos MSX são visões diferentes do mesmo modo de vídeo. Ambas apresentam a mesma resolução física e a grande diferença é justamente a maneira como o VDP está organizando, na tela, aquilo que está armazenado na VRAM.

Falando assim até parece complicado mas minha ideia neste artigo é mostrar como mais ou menos como estão organizadas as coisas na VRAM e como é possível “dizer” ao VDP para mostrá-las de um jeito um pouco diferente para se produzir alguns efeitos bastante interessantes e com um custo (quase) zero de CPU.

Este artigo está dividido em três partes, nesta primeira temos uma enxurrada teórica e na segunda (depois de amanhã) algo um pouco mais divertido. Na terceira, as conclusões a respeito.


Em virtude da realização da 6ª edição da RetroRio (entre os dias 31/5 a 2/6/2018) como também do lançamento do 1º número da revista Clube MSX resolvi (re)publicar as três partes da série do Retrocomputaria sobre o VDP do MSX1 que, justamente, se interligam com uma série de outras coisas publicadas por aqui.

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Porting ‘aclock’ for MSX-DOS

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Aclock is a program that turns your mainframe, workstation, microcomputer or another kind of old and expensive equipment in an ASCII wall clock. Its binaries were executed in near of 250 computer systems and now is time to add MSX to this group.

This version has based on CP/M Plus release for ZX Spectrum +3 and has compiled using SDCC with a little help of Avelino Herrera’s MSX-DOS backend. It works on any MSX2, MSX2+ or MSX turbo R running MSX-DOS operating system. And, of course that it doesn’t work on MSX1 models due the lack of real time clock circuit.

By the way, this is a short version in (bad) English from my original post in Portuguese.

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