Dois Anos!

giovannireisnunes

No próximo dia 1º de maio este “blog mequetrefe e desprovido de nome”† completará dois anos da primeira publicação‡. O que, aliás, é uma boa desculpa oportunidade para comentar que meu objetivo não manter um blog exclusivo sobre computação mas (no final) foi o que acabou se tornando. E hoje é um interessante repositório contendo uma cola com as coisas que vou aprendendo.

Nunca foi dito mas é visível que a frequência das publicações é (quase) semanal e os números, bastante modestos, são de 162 publicações (incluindo esta), ~52.900 visualizações e ~30.000 visitantes até o momento. E as cinco publicações mais visualizadas, em ordem decrescente, são “Exemplo com AngularJS, Bootstrap e jQuery“, “Instalando WildFly no CentOS“, “Linux de 20 anos“, “Usando o Chef, parte 1” e “Um outro exemplo de AngularJS“.

Sendo um blog com conteúdo exclusivo na língua portuguesa já recebeu visitas de todos os países onde ela é língua oficial! E na ordem decrescente de visitas estão ficam Brasil, Portugal, Cabo Verde, Angola, Timor-Leste, Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

Muito obrigado aos que visitam, comentam e compartilham meus escritos e até a próxima semana!

Aliás, preciso cumprir a promessa de falar sobre o nmon! 🙂

(†) Ele não tem um nome “de blogue” ou coisa parecida pelo simples fato de que nunca consegui pensar em algo.

(‡) Na verdade já completou! Ele foi registrado em 21 de abril de 2015 mas sei muito bem que o que conta é a data que nasce para o mundo.

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Hoje não tem publicação nova!

ops

Pois é, hoje não haverá publicação nova aqui neste blog. Mas isto não é motivo para deixar de trazer algo interessante!

Por exemplo, a ideia de Dan Walsh para explicar como funcionam as políticas do SELinux no formato de um livro para colorir. Daí é imprimir, pegar uma caixa de lápis de cor (giz de cera, canetinha etc), ler o conteúdo, pintar as ilustrações e, no final, parar de desabilitar o recurso em cada nova instalação de RHEL/CentOS ou Fedora. 🙂

Testando RPi1/2/3 em um Power Bank

powerbank-1_abertura

Esta é uma experiência bem simples e que fiz já há algum tempo mas que (a quase tanto tempo quanto) fiquei enrolando de publicar e que surgiu da minha curiosidade em saber se um Power Bank poderia ser usado para alimentar um Raspberry Pi — algo que parecia ser possível em teoria — e de quanto seria o tempo de autonomia.

Assim resolvi testar cada um dos três raspberries que tenho com um dos modelos mais simples¹ de Power Bank.

(¹) As informações sobre a capacidade dele são desencontradas e vão de 1800mAh até 2600mAh, logo considerarei o valor menor.

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Screenshot do dia…

techlinux-sshot

A data é 28 de outubro de 2000, a distribuição é a versão 1.0a da TechLinux. O hardware era um computador atípico com processador MII da Cyrix rodando a 300MHz, 80MiB  de RAM (64MiB+16MiB), disco rígido de 4GiB, controladora SCSI e uma placa mãe* bastante fora do comum.

Para quem não lembrar, a Techlinux era baseada em Mandrake, foi produzida pela Tech Informática e contou com três versões: 1.0 em 10/2000, a 2.0 em 07/2001 e a 3.0 em 03/2002.

(*) Não recordo o modelo e nem fabricante mas: o vídeo era embutido era PCI e só era desligado por jumper; dois conectores para fontes, um AT e outro ATX; slots para placas PCI e ISA e, aumentando a esquisitice, suporte para memória DIM e SIMM — aliás, a razão dos 80MiB de RAM… 🙂

Screenshot do dia…

gtkoffice

A data do arquivo é 4 de janeiro de 2003, a distribuição é versão 3.0 da Debian (“Woody”) e na tela, junto da versão 1.4 do Gnome, está a versão 1.0.1¹ do OpenOffice.org — a primeira localizada para o português brasileiro — já começando a mimetização com o ambiente do usuário.

(¹) Esta versão foi lançada no mês de julho do ano anterior.