Módulos em Python

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Conforme um programa aumenta em funcionalidade e/ou complexidade também crescerá em tamanho e se transformando em uma longa e tediosa coleção de linhas de código de difícil manutenção. Neste caso¹ é de bom grado dividi-lo em partes menores — e deixar que a própria linguagem se encarregue de agrupar durante a execução — que o deixarão mais simples de se trabalhar, compreender e também de reutilizar seus componentes em outros projetos.

Em Python eles são chamados de módulos e são geralmente usados para expandir as capacidades da linguagem, carregar funcionalidades e, claro, também permitir que seu programa possa ser segmentado em unidades menores  e assim não virar uma tripa! 😀

(¹) Ou mesmo funcionalidades implementadas em um programa que seriam úteis em um outro mas que simplesmente copiá-la não parece das soluções mais elegantes.

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Usando o Git – parte 6

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A parte anterior consistiu basicamente em um navegar pelo histórico dos commits com recolocando a HEAD em outros posições e até mesmo destacando-a da linha do tempo para testar modificações sem necessariamente precisar armazená-las. Para esta parte, o uso do stash para armazenar temporariamente arquivos de trabalho e um exemplo do uso do rebase para modificar um commit já existente — neste caso alterar a mensagem deste.

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Usando o Git – parte 5

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A ideia era de apenas acrescentar algumas informações e servir de complemento à série sobre Git — publicada há pouco mais de um ano — mas acabei me empolgando um pouco e ao invés de dividir um complemento, o que seria estranho, preferi integrá-lo logo de uma vez como uma nova parte. Nesta, um pouco mais sobre o histórico, configuração, ramos — branches — e “cabeças decepadas” 🙂

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