Usando o Consul – parte 1

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Particularmente eu acho muito interessantes as ferramentas da HashiCorp, tanto que até Já escrevi alguma coisa sobre duas delas — Packer e Vagrant. Agora é vez da acrescentar o¹ Consul na lista.

E no ecossistema da HashiCorp ela é a ferramenta responsável pela descoberta, autoconfiguração e monitoramento de serviços… Quê?

(¹) Sei que deveria escrever “a Consul” pois o gênero é feminino (é a ferramenta) mas por outro lado é uma palavra na língua portuguesa de gênero masculino (é o Cônsul). Então, para não dar um nó na cabeça de ninguém usarei de “o Consul” — em todo caso é por ser o programa…🙂

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Truques com o VDP

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Um efeito muito bacana que pode ser produzido em um MSX1 com algumas poucas linha de código (em assembly), reorganização da VRAM e a troca do valor de um registrador do VDP. Esta ideia surgiu a partir de uma publicação no grupo TRS-80/Color Computer do Facebook sobre como implementar um efeito semelhante em um CoCo3 alterando a paleta de cores — thanks Simon Jonassen for the inspiration!

Isto me chamou a atenção pois poderia ser replicado em um MSX2 mas seria possível fazer em um MSX1? Bem, após pensar um pouco sobre como fazê-lo, eis aqui o resultado…

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Screenshot do dia…

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A data é 28 de outubro de 2000, a distribuição é a versão 1.0a da TechLinux. O hardware era um computador atípico com processador MII da Cyrix rodando a 300MHz, 80MiB  de RAM (64MiB+16MiB), disco rígido de 4GiB, controladora SCSI e uma placa mãe* bastante fora do comum.

Para quem não lembrar, a Techlinux era baseada em Mandrake, foi produzida pela Tech Informática e contou com três versões: 1.0 em 10/2000, a 2.0 em 07/2001 e a 3.0 em 03/2002.

(*) Não recordo o modelo e nem fabricante mas: o vídeo era embutido era PCI e só era desligado por jumper; dois conectores para fontes, um AT e outro ATX; slots para placas PCI e ISA e, aumentando a esquisitice, suporte para memória DIM e SIMM — aliás, a razão dos 80MiB de RAM…🙂

Survive — Controlando objetos

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Quando do comecei este projeto tinha em mente que seu objetivo não seria o de demonstrar como (re)fazer o jogo A, ou B. Para tal bastaria (re)escrevê-lo, publicar o código e aí comentar tediosamente a função de cada bloco de código. A ideia sempre foi a de documentar o processo de desenvolvimento (o durante) mas também repassar a teoria necessária para o caso de alguém se aventurar em algo parecido.

Nesta parte é a vez de aprender como mandar das “instruções” para movimentar os objetos na tela usando os joysticks do MSX.

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