Utilizando o Vim – parte 1

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O Vim é um editor de textos clone do VI e disponível (quase que por padrão) em todas as distribuições de Linux, BSD, outros sistemas baseados em UNIX (como macOS X, Solaris etc) ou mesmo nos “não baseados” como é o caso do OpenVMS e de seu “filhote”, o Windows.

Com operação baseada em combinações  de teclas e/ou digitação em linha de comandos ele pode parecer complicado e sem recursos para quem está habituado com editores com menus, ícones etc. Mas o Vim é um editor poderoso, customizável e este aqui é “mais um tutorial” com o mínimo necessário para usá-lo.

E nesta primeira parte, o básico para se editar um documento sem precisar usar o mouse do terminal gráfico… 🙂

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Controle de jobs nos scripts em Bash

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No final do controle de jobs do Bash citei de dois comandos que fazem parte do controle de jobs do Bash mas que agem dentro dos scripts, não dei maiores detalhes mas prometi falar deles em outra oportunidade. São o suspend (que pausa a execução da shell) e o wait (que faz a shell aguardar o término de sub processos antes de prosseguir com a execução).

E, sim, esta é a “outra oportunidade”! 🙂

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Controle de jobs do Bash

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O sistema de controle de jobs do Bash — ou de outra shell padrão POSIX — consiste de um recurso que permite de forma seletiva tanto suspender como restaurar a execução de processos em um sistema. Ele é implementado em conjunto pelo kernel do sistema operacional (mecanismos de controle) e o Bash (interface com o usuário) e antes do surgimento/popularização do console virtual¹, screen, Xterm etc, era a forma de se executar facilmente mais de um programa em um terminal UNIX.

E, claro, ainda continua sendo um recurso muito útil, principalmente quando o único acesso que se tem ao host é via SSH e sem privilégios para instalar o byobu… 🙂

(¹) Por exemplo, me recordo que o BSD/OS possuía somente um console em modo texto.

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Modificando commits do Git

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Na parte 6 do “Usando o Git”, recorri ao git rebase (em modo interativo) para faz a alateração da mensagem de um commit pré existente. Porém esta tanto não é a única funcionalidade do rebase¹ como ainda há um modo bem mais simples de fazê-lo.

E que não serve somente para alterar a mensagem, com o uso do parâmetro ‐‐amend (emenda) do git commit é possível adicionar, editar ou mesmo remover arquivos dentro de um commit já existente.

(¹) Relembrando que o rebase permite coisas como descartar ou mesclar commits.

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