Usando o MongoDB – parte 2

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A primeira parte teve uma rápida introdução sobre o que é o MongoDB e sua instalação (na máquina virtual), além de apresentado o MongoDB Shell junto com um exemplo daquilo que se pode fazer nele. Nesta parte a primeira metade do CRUD com a criação e recuperação de documentos.

E para ajudar a comparar, para cada operação no MongoDB uma execução análoga em banco de dados SQL — no caso o SQLite3.

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Utilizando o Ansible – parte 4

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Na (agora distante) terceira parte foi introduzido o conceito do playbook. Com eles é possível agrupar diversas tarefas — um módulo e seus parâmetros — em um único arquivo YAML para serem todos executados em um ou mais nós.

Agora é a vez de usar um tipo especial de tarefa, os handlers, para adicionar uma certa inteligência ao playbooks e assim evitar a execução de certas ações de forma desnecessária ou repetida.

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Argumentos da linha de comando com docopt

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No que diz respeito aos argumentos passados via linha de comando, você pode interpretá-los de forma manual, ou seja, pegando a lista enviada pelo sistema operacional e identificar cada elemento, ou utilizar alguma biblioteca específica para tal função — E, felizmente, há diversas delas e disponíveis para várias linguagens de programação.

Especificamente em Python¹ há uma bastante interessante chamada docopt, que interpreta automaticamente a sintaxe dos argumentos da linha de comando a partir da forma como se convencionou descrever (há tempos) no próprio texto de ajuda —  “- -help” — e nas páginas de manual dos programas.

(¹) Ele foi originalmente escrito para ser usado em Python porém está disponível também para outras linguagens de programação.

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